quarta-feira, agosto 09, 2006

Porque sou inteiro amor, da cabeça aos pés

Porque sou inteiro amor, da cabeça aos pés (...)!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Porque sou inteiro amor, da cabeça aos pés (...)!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Porque sou inteiro amor, da cabeça aos pés (...)!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Zuzu Angel: Ontem, 18:30 h, Cinema Odeon, Rio de Janeiro (o Rio tem sim o q eu procuro, só q ainda não achei, é uma questão de tempo, só tempo).

Ainda não sei bem o que falar porque preciso de tempo para digerir, ainda não posso falar de catarse porque se chorei em grande parte do filme - e fala sério, confesso, chorei muito, muito mesmo - não posso chamar isso de catarse propriamente dita; visto que "a gente sabe porque chora", e em Zuzu eu sabia,
Catarse é a surpresa tão proposital que vc se entrega sem querer porque vc já não agüenta mais, é algo mais físico do que psicológico, é quando a cabeça surta, você "entra" no filme, sem saber que entrou, sem querer, (visões pessoais, particulares).
Mas esse lance de chorar, volto ao início, os psicólogos - alguns - (a gente, que já estudou com o Lisandro, os tais textos de psicologia), dizem que a gente sabe porque chora, e, se analisarmos friamente, antes de nos jogados - de corpo - nos filmes, antes de sentirmos uma vontade imensa de adentrar a tela, de rasgar ok telão do cinema, de vermos as personagens - antes disso, se pararmos para pensar - assim bem de leve - acho que a gente (infelizmente) sabe porque chora; então não pode ser catarse;
ah, como ando sem graça com essas constatações (...)
Sem graça ou não, melodrama ou não, dociliadade ou não, verdades ou não, plástica ou não, atuações brilhante e/ou outras nem tanto;
Zuzu Angel já vale por si só pra relembrar aos homens o que os próprios homens são capazes de fazer com os direitos humanitários, simplesmente aboli-los,
se fica a dor, também fica a canção (...)

(...) Porque sou inteiro amor, da cabeça aos pés (...)
Talvez a canção seja melhor do que qualquer orgulho válido, belo, real e utópico - e eu tb o tenho, e como - que a gente tenha de alguns daquela época, porque na pior das hipóteses, todos - absolutamente todos, mas todos mesmo - querem, no fundo, ser somente e inteiro amor, só que muito poucos o conseguem fazê-lo.

1 Comments:

Anonymous Rafael Carneiro Rocha said...

Oi Paula! Eu ainda não assisti a esse filme nacional. Acho que vou esperar sua exibição na TV, rsrsrs... Não é nem pela sua reação escrita neste blog (o seu blog é o mais explosivo que eu já vi até hoje- alguma coisa entre a crônica diária, sessoões de terapia e dadaísmo puro), mas é pela falta de interesse urgente mesmo. Um abraço!

10:12 AM  

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